* (Fotos: Divulgação)
A Diocese de Franca realizou, no último sábado (15), a 35a Festa da Família Diocesana, reunindo muitos fiéis em uma grande celebração de fé, alegria e comunhão. O encontro reuniu famílias de diferentes comunidades, além de padres, diáconos, candidatos ao diaconato, seminaristas, religiosos e religiosas.
A Santa Missa foi presidida pelo bispo diocesano, Dom Paulo Roberto Beloto, e aconteceu na Solenidade da Assunção de Nossa Senhora, celebrada pela Igreja em 15 de agosto.
Durante a homilia, Dom Paulo destacou Maria como exemplo de fé e de abertura à ação de Deus, ressaltando duas virtudes presentes na vida de Nossa Senhora e que devem inspirar os cristãos: a caridade e o louvor.
Ao refletir sobre a visita de Maria à sua prima Isabel, o bispo destacou a disposição de Nossa Senhora em sair ao encontro do outro e servir.
“Nós precisamos aprender a cuidar, cuidar das coisas, cuidar das pessoas, cuidar bem. Essa caridade, essa generosidade que ela teve.”
Dom Paulo também chamou a atenção para a importância de cultivar a gratidão e o louvor mesmo diante das dificuldades da vida. Ao falar sobre as situações que podem tirar a alegria e a esperança, deixou uma mensagem aos fiéis:
“Aconteça o que acontecer, ninguém pode nos tirar Jesus Cristo.” A celebração também foi marcada pela reflexão sobre a comunhão fraterna, especialmente em um tempo marcado por divisões e polarizações. Para Dom Paulo, a própria Festa da Família Diocesana é uma expressão concreta dessa comunhão.
“Essa experiência de comunhão é assim que nasceu o cristianismo. Esse foi o desejo de Jesus. Aliás, ele morreu pela nossa comunhão, pela nossa fraternidade. E se há uma experiência na Diocese de Franca que expressa essa comunhão, é essa festa de hoje.”
Ao completar sua 35a edição, a Festa da Família Diocesana reafirma seu papel como um momento de encontro entre as diferentes vocações, comunidades e realidades que formam a Diocese de Franca.
A celebração terminou com um convite à vivência da caridade, da gratidão e da comunhão, tendo Maria como modelo e intercessora na caminhada de fé.
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