/Como a inveja atua em nossas vidas? Xô!

Como a inveja atua em nossas vidas? Xô!

Inveja

Todos nós já ouvimos falar sobre a “inveja boa”, no entanto, este é um sentimento cheio de rancor e maus desejos.

O que acontece é que, muitas vezes, para diminuir o efeito que a palavra “inveja” tem, costumamos dizer “inveja boa”, com o propósito de que não seja levado como um sentimento negativo a alguém. Mas será que existe mesmo isso de “inveja boa”? Ou simplesmente trata-se de uma falsidade dita para soar bem na frente dos outros?

Por que a inveja surge

A inveja pode ter muitas origens, mas quem mais influencia nesse sentimento negativo para com os demais, é a própria pessoa e sua forma de ver a vida. Geralmente, esta emoção surge devido as frustrações pessoais, a baixa autoestima, ou a dificuldade em alcançar objetivos planejados para a vida.

Este sentimento aparece quando as pessoas que estão ao nosso redor têm uma condição de vida um pouco melhor, e essa situação não é bem aceita. A insegurança é outro fator que torna possível o aparecimento deste ressentimento.

O desejo de conseguir o que os demais possuem ou de ter uma vida similar a dos demais é uma amostra muito clara de que a pessoa é insegura e egoísta.

Geralmente, podemos observar este profundo sentimento negativo em nosso meio familiar, ou entre amigos; convivemos com pessoas que não são capazes de se alegrar com os bons momentos das outras.

A inveja pode ser classificada como uma atitude positiva e saudável?

A inveja é um sentimento negativo, composta por outros estados emocionais como o rancor, avareza ódio, frustração. Ela nunca poderá ser classificada como um sentimento positivo ou saudável. O tão popular termo “inveja boa” não é nada além de uma máscara, que esconde a verdadeira face da inveja.

As pessoas que sentem inveja de forma constante sofrem de uma grande frustração, o que pode levá-las à depressão. A inveja é associada à baixa autoestima, ao medo, à insegurança, assim como a depressão.

Então, falar sobre “inveja boa” pode ser considerado, acima de tudo, como uma maneira de atenuar o discurso… ou seja, de esconder os sentimentos negativos que as pessoas têm para com as outras.

 
Fonte: A Mente é Maravilhosa