23º Prêmio Francal Top de Estilismo anuncia finalistas

Colocação dos vencedores será anunciada na grande festa de premiação no terceiro dia da Francal 2018, 18 de julho, quando eles receberão troféus e prêmios em dinheiro relativos à sua classificação, e ainda concorrerão, por sorteio, a uma bolsa de estudo do IED-São Paulo.

A premiação mais desejada de calçados e acessórios do País acaba de divulgar os finalistas. Mais uma vez, o polo de Franca, no interior de São Paulo, se destaca no Prêmio Francal Top de Estilismo com finalistas nas categoria Calçado Feminino e Calçado Masculino. Produtos desenvolvidos em cocriação, uma novidade desta 23ª edição, também emplacaram pelo menos um produto em cada uma das três categorias.

A colocação dos vencedores (1º, 2º e 3º lugares) será anunciada na grande festa de premiação no terceiro dia da Francal 2018, 18 de julho, no Expo Center Norte. Eles receberão troféus e prêmios em dinheiro relativos à sua classificação: R$ 2 mil para o primeiro lugar de cada categoria, R$ 1.500 para o segundo e R$ 1 mil para o terceiro.

Nos casos de produtos inscritos de forma colaborativa, os grupos recebem apenas um prêmio em dinheiro, mas os troféus são individuais.

Conheça os finalistas do 23º Prêmio Francal Top de Estilismo (em ordem alfabética):

CALÇADO FEMININO

* Clecio Jose De L. Lima – Juazeiro do Norte/CE
* Ingrid Michelle Ferreira Dos Santos – São Paulo/SP
* Sabrina  Coimbra e Lucas Portela Cruz – Franca/SP

CALÇADO MASCULINO

* Augustinho Ferreira – Franca/SP
* Lavinia Kiriane Moraes Bezerra e Clecio Jose De L Lima – Juazeiro Do Norte/CE
* Ricardo Carvalho – Franca/SP

BOLSA

* Carlos Eduardo de Castro Cruz – Itaquaquecetuba/SP
* Helen Regina Aparecida Castanho – Curitiba/PR
* Melissa Feder e Allan Steinbruch Waisbich – São Paulo/SP

Todos que estiverem presentes à festa de premiação concorrem, por sorteio, um bolsa de estudo do IED-São Paulo para o Curso de Extensão One Year – Creative Course, Shoes & Bags – Design and Business – ou outro de sua preferência, dentro da disponibilidade – com carga de 144 horas e frequentado em São Paulo/SP.

Seleção

Os jurados, especialistas em Moda e Design, reuniram-se nesta quarta-feira (4) na sede da Francal Feiras, em São Paulo, para fazer a seleção dos vencedores. Eles levaram em conta critérios como cunho comercial, inovação, criatividade, sistema de construção, materiais utilizados e a adequação ao tema “Conecte”

Neste ano, o tema “Conecte” convidou os participantes a explorarem as demandas contemporâneas por mais respeito, liberdade, diversidade e representatividade presentes nas questões de identidade de gênero e igualdade entre os sexos, da valorização dos consumidores de todas as gerações, dos cuidados com o meio ambiente, do conforto e conveniência da tecnologia de vestir, entre tantas outras.

“Foi possível notar que existe muita criatividade entre essa nova geração, além de muito potencial técnico”, avaliou Lane Marinho, designer-artesã especializada em calçados sob encomenda feitos em couro, cordas e pedras naturais. Ela apontou que sentiu falta de um toque mais particular dos candidatos nas criações, “suas próprias poesias de vida”.

Guto Marinho, designer de calçados e professor PhD da Faculdade Santa Marcelina, lembra que no início o Prêmio tinha a categoria Fantasia, que permitia aos concorrentes sonhar e viajar dentro do tema. “Hoje, temos que pensar também na viabilidade, especialmente na categoria de bolsas”. Para ele, neste ano a Categoria Calçados Masculino foi impecável, já que a maioria dos participantes trabalha no segmento de calçados masculinos e conhece a linha de produção, viabilidade de produção etc.

O designer e professor do IED – Istituto Europeo di Design, Raul Vieira, elogiou a interpretação que cada participante deu ao tema proposto. “Por mais que pareça difícil a execução, há um caminho a percorrer e a pensar. Há muito potencial criativo nesses participantes, falta apenas um pouco mais de experiência técnica”.

David Gonçalves, fundador e diretor da The Craft, considerada referência em calçados masculinos premium no Brasil, chamou a atenção para a importância de unir a criatividade à sustentabilidade. “O desafio é tornar uma ideia economicamente viável. Vi muitos concorrentes com ideias interessantes, porém nem sempre comerciais”.

 

Foto: Reprodução/Ilustrativa

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