Fundo Social apresenta “Bordando Franca” atendendo a três regiões da cidade

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Modificar para melhor a vida das pessoas, aumentando a autoestima e acima de tudo o sentido de companheirismo.  Assim podem ser resumidos alguns dos objetivos do projeto ‘Bordando Franca’, do Fundo Social de Solidariedade que reúne grupos de mulheres de pontos diferentes da cidade. Ontem, durante encontro ocorrido na sala de projeções do Champagnat, foram apresentadas, com mais detalhes, algumas ações que estão acontecendo nesses núcleos, transformando o ambiente e as relações entre os participantes, fortalecendo os laços de amizade e levando a um aprendizado compartilhado entre alunas e monitoras.

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Junto com a presidente do Fussol, Cynthia Milhim Ferreira, também participou o vice-prefeito Fernando Baldochi, representando o prefeito Alexandre Ferreira que estava em viagem e outras autoridades e dirigentes de entidades comunitárias, além de alunas. Os núcleos em atividade, hoje, funcionam na UBS do Jardim Paulistano, na região Leste, no Centro Comunitário do bairro City Petrópolis e no IANSA (entidade filantrópica de apoio a pacientes com câncer), que está localizada no bairro São José, atendendo cerca de 100 pessoas.

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Com ações permanentes nestes locais e a possibilidade de expansão do projeto “Bordando Franca”, o Fundo de Solidariedade trabalha com o intuito de fortalecer esses núcleos de mulheres bordadeiras, onde além de aprendizado na arte de bordar e tricotar, leva conhecimento, vivência, humanização e formação continuada, proporcionando um ambiente de terapia que eleva a autoestima dos envolvidos.

Rosa Maria Castro, presidente do Centro Comunitário do City Petrópolis, é enfática ao reconhecer os ótimos resultados obtidos com o trabalho, ali realizado, todas as quartas-feiras, das 13 às 16 horas, aberto a toda comunidade.

Do núcleo do Jardim Paulistano, Maria Alice afirmou ter reencontrado o sentido de viver mais alegre a partir do instante que se juntou a grupo, onde cada dia se depara com uma novidade, exercitando o raciocínio e criando coisas novas, que são úteis em casa ou mesmo como contribuição para as pessoas mais carentes. O mesmo sentimento é manifestado por outra aluna dos núcleos de bordadeiras, a senhora Maura Souza, que pontua o fator autoestima que conquistou depois que conheceu esse trabalho e passou a conviver, aprender a trabalhar com as agulhas e conhecer novas pessoas.

 
Fotos: Divulgação

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